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Acesso em 13/04/2026 às 11h23.

Engenharia é termômetro do desenvolvimento, destaca presidente do CREA-PA durante FNNIC em Belém

“A engenharia é o termômetro do desenvolvimento do país, do estado e do município. Quanto mais profissionais da área tecnológica a gente forma, mais desenvolvimento a gente tem”, afirmou.

10 de março de 2026, às 14h04 - Tempo de leitura aproximado: 1 minuto

Presidente do CREA-PA, Engenheira Civil, Adriana Falconeri durante o Fórum Norte e Nordeste da Indústria da Construção (FNNIC), realizado em Belém, nessa segunda-feira (09/03).

Durante o X encontro do Fórum Norte e Nordeste da Indústria da Construção (FNNIC), realizado em Belém, nessa segunda-feira (09/03), a presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará (CREA-PA), Adriana Falconeri, destacou o papel estratégico da engenharia para o desenvolvimento econômico e social do país.

Ao participar do evento, que reúne construtores, incorporadores, autoridades e especialistas das regiões Norte e Nordeste para debater os rumos da construção civil, a presidente Adriana ressaltou que a presença e valorização dos profissionais da área tecnológica refletem diretamente no nível de desenvolvimento das cidades e estados.

Segundo ela, a engenharia funciona como um verdadeiro termômetro do desenvolvimento. “A engenharia é o termômetro do desenvolvimento do país, do estado e do município. Quanto mais profissionais da área tecnológica a gente forma, mais desenvolvimento a gente tem”, afirmou.

 

Foto/Wellyngton Coelho (ASCOM CREA-PA).



A presidente explicou que esse desenvolvimento se traduz em melhorias concretas na vida da população, indo muito além da construção de moradias. Para ela, a atuação da engenharia está diretamente ligada à implementação de infraestrutura e serviços essenciais. “Desenvolvimento é água na torneira, asfalto na rua, escolas de qualidade, energia e hospitais modernos”, destacou.

Adriana também enfatizou que o planejamento técnico e a presença de profissionais qualificados na gestão pública são fundamentais para garantir que obras e serviços atendam às reais necessidades da população. Nesse contexto, ela defendeu o fortalecimento de políticas públicas que ampliem a participação de engenheiros na administração pública. “Não é só casa. Estamos falando de água na torneira, de esgotamento sanitário, de infraestrutura e de qualidade de vida para as pessoas”, completou.

O FNNIC, criado em 1988 e ampliado para incluir também a região Norte a partir da
Carta de Belém, promove há 37 anos debates sobre temas estratégicos para o setor da construção, incluindo financiamento, geração de emprego e renda e desenvolvimento regional. A participação do CREA-PA reforça o compromisso da instituição com o fortalecimento da engenharia como ferramenta essencial para o progresso do país.

Texto: Raissa Rebelo (ASCOM CREA-PA).
Foto: Wellyngton Coelho (ASCOM CREA-PA).