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Disponível em <https://creapa.org.br/90-anos-do-crea-pa-uma-trajetoria-de-responsabilidade-tecnica-e-de-contribuicao-para-o-desenvolvimento-regional/>.
Acesso em 19/05/2024 às 04h33.

90 Anos do CREA-PA: Uma trajetória de responsabilidade técnica e de contribuição para o desenvolvimento regional

O CREA-PA consolidou-se como um órgão regulador e fiscalizador, promovendo a valorização e o aprimoramento contínuo dos profissionais de engenharia e geociências. Sua atuação abrange desde a fiscalização do exercício profissional até a capacitação e atualização dos profissionais, contribuindo diretamente para o desenvolvimento e segurança das atividades relacionadas as áreas tecnológicas no estado do Pará.

23 de abril de 2024, às 7h00 - Tempo de leitura aproximado: 3 minutos

Com uma história que chega, neste 23 de abril, a nove décadas, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará (CREA-PA) foi o primeiro e mais antigo da Amazônia. Sua trajetória remonta a períodos importantes para o desenvolvimento da engenharia na região e, desempenha um papel crucial na garantia da qualidade, segurança e responsabilidade técnica das obras e serviços desenvolvidos pelos profissionais da área.

A presidente do Conselho, Enga. Civil Adriana Falconeri, reforça que vem trabalhando para que Engenheiros, Geocientistas e Tecnólogos recuperem o orgulho em ser parte da entidade. “Nossa profissão desempenha um papel essencial na sociedade, desde a concepção de infraestruturas vitais até a inovação tecnológica. É imperativo que todos nós, Engenheiros, Geocientistas e Tecnólogos, estejamos unidos em nossa missão e sintamos orgulho do trabalho que realizamos”, afirmou.

Quando foi criado, em 23 abril de 1934, ele era conhecido como o CREA da 1ª Região e respondia pelos Estados do Amazonas, Maranhão, Piauí e pelo então território federal do Acre.

Segundo relatos do arquiteto Antônio Albuquerque, que escreveu um breve histórico do Conselho, o primeiro registro profissional só veio sete meses depois, em novembro, com o Engenheiro Civil Jorge de Araújo Martins, natural de Soure. Ainda segundo Albuquerque, no ano seguinte à criação, houve um modesto avanço nos registros: “Em 1935, mais de 14 profissionais se inscreveram no CREA”. Hoje, depois de 90 anos, o Conselho já ultrapassa a marca 59 mil profissionais registrados.

Inicialmente, o CREA-PA operava em uma das salas da antiga Escola de Engenharia do Pará, localizada na Travessa Campos Sales. Esse período inicial foi marcado pela consolidação dos primeiros passos da instituição.

De acordo com a Chefe de Documentação, Conceição Dias, funcionária do CREA-PA há 28 anos, os desafios naquela época eram diversos, desde a conscientização sobre a importância da regularização profissional até a organização administrativa e operacional da instituição. A proximidade com a Escola de Engenharia do Pará também trazia desafios e oportunidades únicas.

 

Chefe de Documentação, Conceição Dias, funcionária do CREA-PA há 28 anos.

 

Ao longo dessas nove décadas, o CREA-PA consolidou-se como um órgão regulador e fiscalizador, promovendo a valorização e o aprimoramento contínuo dos profissionais de Engenharia e Geociências. Sua atuação abrange desde a fiscalização do exercício profissional até a capacitação e atualização dos profissionais, contribuindo diretamente para o desenvolvimento e seguro das atividades relacionadas as áreas tecnológicas no estado do Pará.

A presidente do CREA-PA, Enga. Civil Adriana Falconeri, tem reforçado a importância da inovação e da atualização constante diante dos desafios emergentes. Ela falou ainda sobre o papel da engenharia no futuro e na construção de soluções para os problemas do país. “Estamos cotidianamente sendo desafiados por novas realidades, cujas demandas devemos responder com eficiência.

 

Atual Presidente do CREA-PA, Enga. Civil Adriana Falconeri.

 

Ela mencionou o evento da COP 30, que será sediado em Belém, como um exemplo significativo desse contexto desafiador. Com investimentos significativos previstos na infraestrutura para o evento, o CREA-PA e os profissionais da engenharia estarão ativamente envolvidos nesse processo.

De acordo com o Diretor Geral da Mútua-PA, Eng. Sanitarista Josué Rocha, a Engenharia não apenas enfrenta desafios técnicos, mas também sociais, ambientais e econômicos. “Nossa responsabilidade vai além da excelência técnica, precisamos integrar soluções sustentáveis, promover a inclusão social e contribuir para o desenvolvimento econômico do país”, disse.

 

Diretor Geral da Mútua-PA, Eng. Sanitarista Josué Rocha.

 

O CREA-PA não é apenas uma entidade reguladora, mas também um símbolo do progresso e da excelência na engenharia e geociências na Amazônia. A engenharia é vista como uma força motriz para o progresso e o desenvolvimento sustentável, e o CREA-PA está comprometido em fortalecer esse papel.